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Psicologia.
Alimentação.
Regulação Emocional.
Saúde Mental.

SOBRE MIM:

  • Graduada em Psicologia

  • Psicóloga Clínica desde 2017 (CRP 05/53474)

  • Pós-Graduada em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)

  • Pós-Graduada em Comportamento Alimentar

  • Aperfeiçoada em Dependência Química (Transtornos Relacionados a Substâncias e Transtornos Aditivos)

  • Formada em Health & Wellness Coaching

  • Educadora e Palestrante, já tendo desenvolvido cursos, mentorias, entre outros projetos, e ministrado palestras e aulas sobre temas relacionados a Psicologia, Comportamento Alimentar, Transtornos Alimentares, Obesidade e Emagrecimento

  • Professora convidada da disciplina "Transtornos Alimentares na TCC", no curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Terapia Cognitivo-Comportamental da FAMATH, em 2025

  • Atualmente, cursando Graduação em Nutrição

Para conhecer a Terapia Online e agendar sua sessão, clique no botão abaixo:

Você já se sentiu “fora do controle” das próprias emoções?
Como se elas tomassem conta de você, e você não soubesse o que fazer com o que sentia?

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Talvez isso já tenha te levado a tentar aliviar o desconforto emocional de formas que acabam trazendo mais dor depois.


Como comer sem estar com fome — ou até mesmo ter um episódio de compulsão alimentar —, usar álcool ou outras substâncias para se anestesiar, gastar mesmo sem poder, entrar em conflitos frequentes, se machucar ou se apegar a pensamentos e preocupações que só parecem piorar tudo.

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Por exemplo, ao longo de quase uma década atendendo, principalmente, pessoas com questões relacionadas à alimentação e ao peso, eu pude perceber na prática, através de inúmeras histórias, o seguinte ciclo:

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Imagine que você passa por alguma situação desafiadora que desencadeia ansiedade, raiva ou tristeza, por exemplo. Por não saber lidar com suas emoções de maneiras mais adaptativas e saudáveis, você chega em casa, abre o armário, pega aquela caixa de chocolate (que você tinha comprado com a ideia de comer um ou outro de vez em quando) e come tudo de uma vez, sem nem sentir o sabor, apenas na tentativa de fugir daquela dor emocional — mesmo que por alguns minutos. Mas quando você termina de comer, vem a decepção com o seu comportamento e a culpa por ter comido daquele jeito. E, já que comer é a sua principal estratégia de regulação emocional, você come mais alguma coisa para lidar com essa culpa — o que faz com que o ciclo se perpetue.

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Ou, em alguns casos, você pode não continuar comendo, mas recorrer a outras estratégias problemáticas, como usar métodos compensatórios para "se livrar" da comida, ou ficar ruminando e se martirizando por ter comido, ou fazer qualquer outra coisa que não ajude em nada a lidar com a situação que originou o desconforto emocional, nem com o fato de você ter comido ou com qualquer outra coisa que você tenha feito para tentar aliviar o desconforto.

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Esses comportamentos não surgem porque você é uma pessoa fraca, descontrolada ou “problemática”.
Eles são, na maioria das vezes, tentativas impulsivas de lidar com emoções desconfortáveis como ansiedade, medo, raiva, tristeza, culpa, vergonha, entre outras, quando você não aprendeu, ao longo da vida, maneiras mais eficazes de fazer isso.

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A boa notícia é que habilidades de regulação emocional podem ser aprendidas — mesmo que isso não tenha feito parte da sua história até agora — e seu repertório comportamental pode ser ampliado, para que você tenha diversas formas de lidar com cada emoção e com as situações e os pensamentos que as desencadeiam.

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O foco do meu trabalho é justamente te ajudar a desenvolver habilidades psicológicas, emocionais, comportamentais, ambientais e sociais que permitam uma relação mais saudável com suas emoções, por meio de uma abordagem acolhedora, prática e baseada em evidências científicas, para que você não precise recorrer a comportamentos prejudiciais para lidar com elas.

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E, claro, como cada pessoa é única, seu modo de sentir, pensar e agir é compreendido dentro da sua história, da sua biologia e do contexto em que você vive, por isso eu não vou te oferecer uma receita pronta e generalista, e sim te auxiliar para que você possa se conhecer, se entender, gerenciar conflitos e regular suas emoções de maneiras que façam sentido e funcionem para você. 

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Além disso, eu não olho apenas para os seus pensamentos e para as suas emoções, eu olho também para o seu estilo de vida.
Alimentação, atividade física, sono, rotina, relações sociais, lazer e nível de estresse influenciam diretamente o funcionamento do cérebro, o humor, a impulsividade e a forma como você reage às emoções. Pequenas mudanças nesses pilares podem impactar imensamente sua saúde mental.

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E isso é especialmente importante porque dificuldades na regulação emocional estão no centro de muitos transtornos mentais, como, por exemplo, transtornos de ansiedade, transtornos depressivos, transtornos alimentares, transtorno dismórfico corporal, TOC, transtorno bipolar, transtorno da personalidade borderline ou dependências, além de diferentes formas de compulsão, impulsividade e outras questões psicológicas.

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Portanto, aprender a lidar melhor com o que você sente não é um detalhe, mas sim um dos caminhos mais sólidos para construir mais equilíbrio, bem-estar e qualidade de vida. E não apenas para isso. Saber regular suas emoções é fundamental até mesmo para que você possa seguir em busca dos seus objetivos e ter realizações nas mais diversas áreas da vida, sem permitir que elas te atrapalhem ou paralisem.

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Então, se você quer desenvolver habilidades de regulação emocional e cuidar da sua saúde mental de forma consistente, veja no link abaixo como eu posso te ajudar.

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